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Amamos odiando. Pois, no mínimo, odiamos a dependência de amar.

Um comentário:

Patricia Lima disse...

Ret,

Acho que todos nós não amamos odiando. Acho que poucos amam de fato. Pode ser que odiemos a dependência do outro, não o amor em si. O ato de amer leva ao desprendimento de si mesmo, para para lançar um olhar sobre o outro, sem cobrá-lo pelo que é dado. A regra é a cobrança, quem dá para receber não está dando, está emprestando. Seja em que tipo de relação for, inclusive entre país e filhos e entre amantes. entra muita coisa no suposto ato de amar inclusive a vaidade. Quantos homens querem mulheres realmente independentes? Acho que poucos. Quantas mulhres querem homens independentes? Tb poucas. Quantos pais qurem qe seus filhos sejam de fato pessoas adultas? Acho que poucos. Sentimos medo, e quem é norteado por esse sentimento vai criar laços de dependência com quem quer que seja. O amor é acima de tudo um ato de liberdade. Onde nada é cobrado porque ninguem deve nada a ninguem. É talvez seja isso.

Bjs

PAT