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A metaética de Freud fica nítida depois do carnaval.

Um comentário:

Mônica Bittencourt disse...

Não conheço muito Freud, mas vou procurar ver o livro que vc disse pra entender melhor o que é essa metaética. Vc ja escreveu sobre isso?
Acho bem curiosa essa postura de "Ah, no carnaval pode."
Tinha que poder sempre! Mas ao mesmo tempo, qual seria a graça do carnaval? Talvez nem existiria carnaval...
E essa frase do puritano filho da puta é muito boa, acho que já tinha até ouvido vc falar alguma vez.
Eu não confio em gente puritana.
Meu professor dizia que não confiava em quem n bebia. É bem isso, quem faz tudo certinho, no mínimo esconde alguma coisa . Ou como você coloca lá no outro post, é um covarde.
Continue visitando lá o blog, vou tentar escrever mais, é que to meio sem idéias.
Vou vir mais aqui!
Valeu
bjao