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Apaixonamo-nos e esperançamo-nos pelo o que não temos. Paixão e esperança só existem em relação ao inexistente, inalcançável, inatingível. E, se porventura este inalcançável for atingido, imediatamente uma nova inatingibilidade impor-se-á.

Um comentário:

Adriano de Oliveira disse...

Simples e genial. Seus escritos me consolam.