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Quem protagoniza a própria vida sabe que viver é viver bem, não viver muito. O rebanho, no entanto, teima em apegar-se à vida em si. E economizando-se, definha, mendigando existência.

Um comentário:

Anônimo disse...

Acho quee um dos problemas do rebanho é que ele segue o que dizem para seguir. Aqui emerge a questão da autoridade dos pais, do colégio, dos lideres religiosos, da propaganda, etc. Dizem que a vida sob qualquer forma, mesmo a mais degradante, deve ser levada até o fim, pois a renúncia a ela representa uma grande transgressão a uma trajetoria que todos supostamente teriamos que cumprir. as coisas são vistas como uma violação de um lei divina. Mas quem determina a trajetoria somos nos mesmos, quem determina o viver bem, inclusive, somos nós mesmos. Ai, é que está o grande drama, pois é preciso muita coragem para abrir mão da segurança de seguir o que a manada segue para fazer aquilo que se quer. As pesssoas são educadas para a conformação, mesma que ela seja deleteria, o importante é ser aceito,mesmo que isso custe uma vida de profunda infelicidade. a sociedade moderma tem mecanismos podereosos e sutis em fazer acreditar que uma vida longa e infeliz, porém lucrativapara o sistema, é melhor que uma vida de levada em coerencia com o proporio desejo e vontade, ou seja, autonomia.

bjs


patricia