381

Submeta ou submeta-se.

7 comentários:

Beto Tupinambá disse...

É issoaê, Ret! Lead or follow!

Patricia disse...

Ret, se vc pensa em termos de irmandade, pode colcar as coisas nesses teermos? Onde existe, submissão, existe escravidão. Senhor e escravo não existem em separado. Sendo que o senhor é responsável por duas vidas: a dele e à do escravo. Portanto, o senhor é escravo duas vezes. Onde existe desigaldade, existe desconfinaça. É o círculo da loucura. Todo exercocio de poder é massacrante, para quem é massacrado e para quem é obrigado a massacrar para demonstrar autoridade diante do grupo. Aquele que é escravo do grupo, deve premeiro massacrar a si mesmo, e depois arranjar a quem esfolar um terceiro para mostrar aos seus compassas de que ele é digno de estar naquele lugar, ocupando aquele posição dentro do seu grupo. Cada intregrante do seu grupo acaba inevitavelmete abrindo mão da sua autonomia, da sua liberdade de ser, sentir e pensar em nome do grupo. O Elias Maluco matou o Tim Lopes para demonstrar poder diante do grupo, deixar o cara sair da favela depois de fazaer um repoetagem seria um desonra para ele, implicaria em perde de autoridade. Para submeter ao demais, ele teve esfolar um terceiro para demonstrar que era digno do lugar que ocupava,do mando que exercia. O círculo viocioso do senhor-escravo se instaura indefinidamente. É interessante manter isso Filipe? Acredito na sua inteligencia e sensibilidade!
bjs

Beto Tupinambá disse...

A discussão tá boa, mas a questão da obrigatoriedade das figuras do submisso e do senhor é justamente a crítica maior. Não há mais escravos. Traficante não é senhor feudal. Bastaria ao Elias expulsar ou só escolachar o Tim Lopes. A demonstração de poder estaria dada. Aliás, sequestrá-lo, como fizeram com o Olivetto e com o Silvio Santos, entre tantos outros, seria muito mais genial e igualmente divulgado. O Tim Lopes estaria aqui pra contar o terror que teria sofrido e ajudado a espalhar mais medo. Ao contrário, onde está o Elias agora?

Ret disse...

Também achei a discussão boa... vale frisar que a frase não emite juízo explícito... não é "Submeta ou submeta-se, infelizmente" ou "Submeta ou submeta-se, queira ou não" ou "Submeta ou submeta-se, é assim que deve ser"... a frase é "Submeta ou submeta-se". Ponto. O leitor enxerga o que quiser entorno dos dois termos. Mas agora, na minha opinião... Acho que submeter muitas vezes convém, faz o bem. Assim como, em outros casos, submeter-se será conveniente e fará o bem ao todo. Não diminuo o valor de nenhum dos dois termos. E é justamente por não subestimar nem superestimar os dois significados em questão, que não temo em colocá-los desta forma.

Patricia disse...

Ret, concordo que a submissão é necessária ao funconamento do sistema, são o sistema não funcionaria, só funciona porque é assim, e só explode porque éassim. O sistema é escravo do prórpio sistema. O Marx dizia que o capital cria em si as prórpias condições para sua destruição. A merda é que o capitalismo e sua forma de dominação correspondente corpotificadas em sua cultura de consumo, tem uma capacidade absurdo de adaptação, sem cria forma particulares de adapatação. O domonio correpondente também é criado e as formas de escape também, tudo é englobado pela dinâmica,as saidas pensadas no mais das vezes não consegue quebrar a forma de funcionamento do modo de produção. A sociedade do consumo impoe uma logica de submissão quase inquebrabtavel, onde o produtor e o produto se equeivalem entre si. Na cabeba de quem está no comando a coisa tem que fucionar assim, e assim ele deve fazer ao comandado a acreditar. Fazer acreditar, convencer, tornar intreesco ao individuo, esse é o grande barato. A submissão não dev se dar pela força, se da pela criação de uma necessidade de pertencimento. Pense que vc deve pertencer, acredite que é uma necessidade, uma vez que se acontece, a relação depoder já foi estabelecidade. Naõ quer dizer que é inquebratavel, mas quebrá-la reuqer uma percepção que o homem comum muitas vezes convem.

Patricia disse...

Bom Ret, eu não tenho acesso ao Beto. espero que ele veja isso.

Pois bem Beto, acho os comentários pertinentes. A questão do tim Lope s foi usada para tentar apontar a qiestão entre o individuo e o grupo. Na logica social, seja na familia, na escola, no trbalho, inclusive no mundo do banditismo há uma questão darelação entre os pares o grupo x o individuo. O gurpo e o individuo lutam para impor suas vontades e suas indiossincrasias, em alguns momnetos os interesses convergem, em muitos não. muitos dos problemas que são apontados no cotidiano podem ser avaliados sobre esse prima. é um dos, não o unico claro! haja dedo para digitar. Bom, quanto a suposta questão feudal, claro não é feudo, não estamos na idade media, mas a logica de funcionamento daquelas comunidades são interpenetradas por ordens que fogem em muitos pontos da lógica do estado, alias o estado impoe uma ordem absolutamente "estranha" que muitas vezes não diferam da logiga de figuras como o elias. Pelo que eu me lembro do caso, a saida atraves de depoimentos era a da força extrema.Não sei se vc ja leu Michel Foucault, ela falava da necessidade da exemplaridade da pena, ou seja, a o castido deveria ser cruel e notorio para ter um careter preventivo. por isso, era comum as execussãoes em praça pública, para poder intimidar, pra pode poder aterrorizar. Mas sempre houve os desvinates. sorte Nossa!quando estva na faculdade tive de fazer um docmuntario para uma matéria que não me lembro mais, mas conseguimos entrevistar um cara da globo, que ressaltou que uma das medidades da emissora no que diz respeito ao caso TIM lopes, era que a emissora não permitiria mais que seus jornalistas subissem o morro da forma como era feito antes. A emissoria não exporia mais os sus profissionais a tal risco. O Tim foi o cordeiro imolado! A cruelade que aplicada ao Tim já era, se não me engano, algo peculiar ao elias, dai a alcunha de "maluco". Quanto a questão da prisão de elias,vc sabe que esses caras mesmo presos sempre tem uma seria de regalias. Li certa vez que o fernandinho beira-mar havia feito uma doação de livros para uma biblioteca se eu não me engano na localidade proxima do presidio de segurnça maxima em que ele estva. o que a materia aponta era que uma seria de coisas estvam acontecendo quando não eram para aconter pelo fato de ele ser um incomunicavel. elias estar preso, não significa estar necessariamente proivado de seu poder, pois esses caras tem seu sequito, no qual muitas vezes participam agentes do estado. bom, em relação a escravidão, digo que formamalemente não existe a escrividão, mas uma dos grandes problemas que os governos tem enfrentado é o trafico de seres humanos. não sei se vc ja viu uma propaganda, se eu não me engano na TV Brasil, falando sobre isso. Hoje, em dia o trafico de seres humanos é um problemas internacional, mulheres, crianças, trabaladores de paises probres são os alvos pro excelencia. isso ocorre inclusive no brasil. hoje tem uma matperia sobre a descoberto de trabalhadores submetidos a trabaçho escravo. outro dia li, que mulheres estavam sendo escravizadas na espanha em bordeis e submetidas a tomar medicamnetos para maximizar sua permance, tinham poucas hora de sono, era a perversão maxima da logica do lucro! na amozonia legal tem toda uma estrura de escravização de meninas e mulheres para o trabalho na prostituição, tendo como colaboradores, politcos locais, policiais e cidadãos de "bem". A escrividao da qual me vali diz respeito a interrelação dos termos envolvidos, a logica de funcionamento exige a existncia dos dois lados, uma vez que um deles rompe com a dominação, a dominção acaba, foi nesse sentido. mas a sua leitura, é uma leitura possivel. bom, acho que ja falei muito, não falei muito o que eu queria, mas blog é isso um espaço para instigar. espero encontar vc mais vezes. pena não ter podido "falar" com vc diretamente. de qualuqer modo foi uma prazer.

abraços.

Ps. Beto, não vou fazer revisão, to sem paciencia,rsrrr

Beto Tupinambá disse...

Brilhante, Patricia! Entendo seu ponto de vista. Concordo que, querendo nós ou não, houve, há e haverá dominação. Minha crítica é tão somente à maneira como esta dominação - necessária, como observou Foucault - deve se dar em um mundo em que o acesso à informação á cada vez mais democrático. Independentemente do cumprimento do papel do Estado, no que se refere especificamente à educação formal, as pessoas de todos os cantos do mundo agora podem conhecer seus direitos em questão de segundos.

Um abraço a todos!